Além disso, a relação entre texto e imagem está cada vez presente em diferentes gêneros e é preciso ensinar como ler a imagem também.
Waldomiro Vergueiro reforça que a "alfabetização" na linguagem específica dos quadrinhos é indispensável para que o aluno decodifique as múltiplas mensagens neles presentes e, também, para que o professor obtenha melhores resultados em sua utilização. Nota-se que as histórias em quadrinhos constituem um sistema narrativo composto por dois códigos que atuam em constante interação: o visual e o verbal. Cada um desses ocupa, dentro dos quadrinhos, um papel especial, reforçando um ao outro e garantindo que a mensagem seja entendida em plenitude. Alguns elementos da mensagem são passados exclusivamente pelo texto, outros têm na linguagem pictórica a sua fonte de transmissão. A grande maioria das mensagens dos quadrinhos, no entanto, é percebida pelos leitores por intermédio da interação entre os dois códigos. Assim, a análise separada de cada um deles obedece a uma necessidade puramente didática, pois, dentro do ambiente dos gibis, eles não podem ser pensados separadamente.
Como já dizia o educador Paulo Freire (1982, p.11), "a leitura do
mundo precede a leitura da palavra". Assim sendo, pode-se reiterar que
os quadrinhos, como forma de leitura, sempre poderão ser um caminho para
outros gêneros de leitura e que sua inserção nas séries iniciais, de
forma dirigida e lúdica, é um recurso viável que contribui para a
formação de leitores críticos.
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http://br.monografias.com/trabalhos3/historias-em-quadrinhos-formacao-leitores/historias-em-quadrinhos-formacao-leitores2.shtml


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